Ep. 1
PROPÓSITO PROFISSIONAL com Genesson Honorato
Propósito profissional é uma das palavras mais usadas — e menos compreendidas — no vocabulário de carreira. A maioria das pessoas o trata como algo que se encontra, como se houvesse um destino esperando para ser descoberto. Genesson Honorato discorda. De cobrador de ônibus a diretor em multinacional, Genesson construiu uma trajetória que desafia qualquer script convencional. Entrou no mercado corporativo pelo ProUni, sem a rede de relacionamentos que a maioria dos executivos leva para dentro das empresas. Passou pela L'Oréal, onde liderou competições internacionais de marketing. Pela ThoughtWorks, conectando cultura e tecnologia em RH. Pela OLX, onde cresceu como porta-voz público. Hoje é sócio-diretor da Kuba, professor da Fundação Dom Cabral e colunista da Fast Company Brasil. Nesse episódio, Genesson e Felipe Ladislau discutem como competência e método constroem mais do que diploma ou origem. Falam sobre o que separa quem cresce de quem estagna — não em termos de talento, mas de escolhas deliberadas. E sobre o preço real de tomar caminhos que ninguém mapeou antes de você. O que emerge da conversa não é inspiração. É uma tese: propósito não se encontra. Se constrói — com consistência, com as pessoas certas ao redor, e com a disposição de aprender o que o ambiente ainda não ensina. Uma conversa sobre carreira sem romantismo, com a linguagem direta de quem chegou onde chegou sem esperar que o caminho aparecesse pronto.
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Genesson Honorato
Sócio-diretor da Kuba e professor da Fundação Dom Cabral
Psicólogo de formação, Genesson Honorato chegou ao mercado corporativo pelo ProUni e construiu uma trajetória incomum — de cobrador de ônibus a diretor em multinacional. Passou pela L'Oréal, onde liderou competições internacionais de marketing e criou campanhas premiadas internamente, pela ThoughtWorks, onde conectou cultura e tecnologia em RH, e pela OLX, onde ganhou projeção como porta-voz em eventos e conferências. Hoje é sócio-diretor da Kuba, music tech brasileira, professor da Fundação Dom Cabral e colunista da Fast Company Brasil. Membro da Rede de Líderes da Fundação Lemann, defende que propósito profissional se constrói com método — não com romantismo.